Finanças corporativas
- Faça um "MBA de curta duração"
- Aprenda a pensar e agir como o acionista
- Operacionalize imediatamente os conceitos e práticas aprendidos
- Condição especial 1: pague duas inscrições e ganhe a terceira;
- Condição especial 2: pague três inscrições e ganhe a quarta e a quinta!
São Paulo – 32 horas
Solicite uma proposta in company caso tenha cinco ou mais interessados no treinamento.
Público-alvo
- Executivos financeiros de todas as áreas, atuando em empresa de qualquer setor, que procura novos conceitos e metodologias, além de formação integrada em finanças
É desejável que os participantes possuam fundamentos de contabilidade, custos e matemática financeira.
Destaques deste treinamento
- Como analisar novos investimentos (inclui novas técnicas para aplicação imediata)
- Como projetar rapidamente demonstrações financeiras
- Como analisar demonstrações financeiras dentro do modelo de gestão baseada no valor (utilizando a metodologia EVA/MVA)
- Como elaborar e analisar um fluxo de caixa com base em demonstrações financeiras encerradas
- Como valorizar empresas através do fluxo de caixa descontado para compra ou venda de participações acionárias
Características do treinamento
- Inúmeros e bem concebidos casos práticos (para serem "praticados" no dia-a-dia)
- Diversos aplicativos em Excel entregues aos participantes
- Apoio do micro e da planilha eletrônica de cálculo
- Utilização de recursos avançados do Excel (Cenários, Solver, MTIR, XTIR, XVPL, Tabela e outros)
Por que participar de um treinamento em regime de imersão
Um treinamento em regime de imersão tem características próprias e marcantes que o diferenciam de outros
treinamentos ofertados no mercado:
- Você verá vários temas em uma abordagem integrada
- Programas de curtíssima duração são mais especialistas, sendo que você precisa participar de vários,
em datas separadas, para formar o conhecimento de um todo
- Você combinará formação com informação
- No regime de imersão você poderá receber a devida carga de casos práticos, elevando as chances de
colocar em prática no curto prazo todo o instrumental recebido no treinamento (programas de curta duração
mais informam do que formam, devido a sua carga horária reduzida)
- Você poderá concentrar-se melhor
- Você deixa o ambiente de trabalho durante 4 dias e neste período concentra toda a sua atenção no
treinamento. Nos eventos de curta duração, o ponto alto da concentração é alcançado quando o evento se
aproxima de seu final. Nos MBAs de final de semana, o sistema de aula e trabalho impossibilita que você
alcance a concentração máxima
- Você trocará experiências com os participantes
- Durante e após o treinamento você aumentará sua rede de relacionamentos pessoais
Objetivos
- Informar sobre temas típicos da gestão financeira (análise de demonstrações financeiras, projeções financeiras, avaliação de oportunidades de investimento, valorização de empresas entre outros assuntos)
- Formar executivos financeiros completos (dar fundamento e visão integrada das ações financeiras)
- Prepará-lo para promoções (formação de generalistas em alto nível)
- Autodesenvolvimento (treiná-lo para a educação continuada, motivando-o para o constante aperfeiçoamento profissional)
- Pensar e agir como acionista (todos os assuntos tratados serão sobre a ótica da gestão de valor para o acionista)
Benefícios esperados
Se o objetivo dos administradores é otimizar a riqueza dos acionistas, qualquer empresa deveria
conhecer e monitorar o seu valor 24 horas por dia.
Portanto, a boa gestão é aquela que concebe e implanta estratégias criativas que agreguem valor
ao patrimônio do acionista. Em outras palavras: façam os acionistas ficarem mais ricos.
Boa parte do programa de treinamento estará centrada na implantação da metodologia do EVA e do
MVA, metodologia considerada atualmente como sendo "a mais quente" para avaliar negócios, com base
em resultados encerrados e projetados.
Após a apresentação deste programa de treinamento, espera-se que os assuntos abordados tragam os
seguintes benefícios às empresas participantes:
- Os objetivos da empresa serão definidos de maneira clara, objetiva, consistente e quantificável
- Você e seus colegas trabalham com os mesmos conceitos, procedimentos, objetivos e focos de ação em relação aos objetivos da empresa
- Estabelecimento de um critério justo para negociação da remuneração variável dos administradores
- Consolidação dos conceitos e procedimentos fundamentais em processos de reorganização societária (compra e venda de participações acionárias, fusões, cisões e “joint venture”)
- Definição de uma taxa de retorno mínima a ser exigida em novos e atuais projetos
- "Popularização" e colocação em evidência de questões como estrutura de capital (relação debt/equity), custo do capital de terceiros, custo do capital próprio, política de dividendos, custo da manutenção de ativos não operacionais, etc.
- "Amarração" das ações entre o Planejamento Estratégico e Finanças
- Estimula seu envolvimento na gestão dos negócios, pois cada um saberá como medir o valor de sua contribuição na criação de valor para os acionistas
- Sintonia de todos dentro de um raciocínio financeiro (otimização de recursos)
- Para determinar o valor de uma empresa, a necessidade de estimar o fluxo futuro de dividendos estimula os administradores a pensar e agir também olhando o impacto de longo prazo em suas decisões
- Você passa a pensar e agir como se fosse acionista
Metodologia
- Casos práticos serão o ponto forte do evento
- A teoria acompanhará os casos práticos (e não o inverso, como é comum)
- Programa desenvolvido em 32 horas
- Farto material didático
Infraestrutura
- Apostila e material
- Estacionamento
- Almoço e coffee break
- Certificado Cavalcante aos participantes
Programa completo
Parte I – Análise moderna das demonstrações financeiras (balanço, resultado e fluxo de caixa) – 12 horas
Gerenciamento baseado no valor (GBV)
- O que significa GBV
- Cálculo da principal medida de desempenho para o acionista: O RTA – Retorno Total do Acionista. Exemplo: Como calcular e acompanhar na sua empresa
- O "valor" como principal métrica de desempenho
- Escolha de métricas (medidas de desempenho) alinhadas com o GBV
- Resumo dos procedimentos essenciais para implantar com sucesso o GBV
- Onde focar a análise de balanços: qualidade dos capitais investidos e liquidez (capacidade de investimento)
Análise econômica – missão do executivo: criar valor para o acionista (avaliando o retorno dos investimentos versus o custo do capital empregado)
- Como olhar o balanço patrimonial (Investimento versus Capital Empregado)
- Resumindo o balanço para análise: A identificação do ativo operacional líquido, dos capitais de terceiros, dos capitais próprios e/ou dos acionistas
- Preparação da demonstração de resultado:
- Determinação do lucro operacional líquido (após os impostos)
- Como tratar as receitas financeiras
- Como tratar as despesas financeiras (líquido da economia fiscal)
- A identificação do custo do capital de terceiros e do custo do capital próprio
- Apresentação do resultado econômico (ou EVA)
- Retorno sobre os capitais investidos na operação – como estimar e como analisar os seguintes indicadores:
- ROI (Retorno sobre os Investimentos)
- ROIC (Retorno sobre Investimentos Líquidos)
- ROCE (Retorno sobre o Capital Empregado)
- RONA (Retorno sobre os Ativos Líquidos)
- ROE ou RPL (Retorno sobre o Patrimônio Líquido)
- EVA (Valor Econômico Criado)
- Margem operacional versus giro
- EVA e MVA:
- O que são o EVA – Economic Value Added e o MVA – Market Value Added (as métricas que orientam o gerenciamento de valor)
- A conexão entre o EVA e o MVA
- Por que uma empresa necessariamente precisa ter MVA positivo (ou por que uma empresa tem que criar valor para o acionista)
- Retorno sobre o ativo operacional líquido versus o custo médio ponderado de capital (é o "nome do jogo")
- Para criar valor continuamente para o acionista basta ter EVAs positivos? Não
- Painel de indicadores econômicos orientado para o EVA: margem operacional, giro sobre os ativos líquido e alavancagem financeira
- Outros indicadores para ajudar a entender a margem operacional
- Outros indicadores para ajudar a entender o giro sobre os ativos líquidos
- Outros indicadores para ajudar a entender a alavancagem financeira
- Principais ajustamentos na contabilidade
- Cálculo dos indicadores pela média dos dados de balanço
- Como analisar o desempenho dos investimentos não operacionais:
- Exemplos: financiamentos concedidos a outras empresas, participações acionárias, ativos fixos ociosos ou alugados, etc.
- Como "separar" o balanço separando os ativos operacionais e não operacionais
- Como calcular o quanto um ativo não operacional cria ou destrói valor
- Apresentação da demonstração de resultado combinando a apresentação do desempenho dos investimentos operacionais com o desempenho dos investimentos não operacionais
- Como analisar o desempenho de unidades de negócio (como dividir uma empresa em unidades de negócio e determinar a quanto cada unidade de negócio cria ou destrói de valor):
- Como separar o balanço e o resultado da operação entre as unidades de negócio
- Cálculo do ponto de equilíbrio econômico das unidades de negócios
- Como tratar os investimentos indiretos
- Como tratar os gastos fixos indiretos (ratear?)
- Cálculo e análise da criação de valor por unidade de negócio
Análise financeira: avaliando a capacidade de pagamento (liquidez)
- Como elaborar e apresentar um fluxo de caixa com base em demonstrações financeiras encerradas:
- Fluxo de caixa: a integração entre o balanço patrimonial e a demonstração de resultado – passo a passo para elaborar um fluxo de caixa
- Fluxo de Caixa Operacional – FCO (free cash flow)
- Fluxo de Caixa do Acionista – FCA (free cash flow to equity)
- Como tratar receitas e despesas financeiras
- Como tratar investimentos e desinvestimentos
- A importância de destacar os financiamentos de curtíssimo prazo (Capital de giro) dos demais
- Entradas e saídas de caixa não operacionais
- Sumário: o que distingue o lucro do caixa
- Como analisar o fluxo de caixa:
- Indicadores de cobertura
- Indicador de cobertura dos juros
- Indicador de cobertura do serviço da dívida
- Calculando para quantos anos?
- EBITDA (Earnings Before Interest, Tax, Depreciation and Amortization) – Lucro Antes do Imposto de Renda, Depreciação e Amortização: Como calcular e como interpretar
- Limitações do EBITDA
- Corrigindo as limitações do EBITDA: passando do EBITDA para o EBIDA (é o que vale)
- Estimativa de um limite de crédito com base no fluxo de caixa
- Indicadores de cobertura (medindo a capacidade de pagamento da empresa):
- Indicador de cobertura dos juros
- Indicador de cobertura do serviço da dívida
- Calculando para quantos anos?
Parte II – Projeção rápida de demonstrações financeiras (balanço, resultado e fluxo de caixa) – 4 horas
Proposta e solução do primeiro caso prático completo – balanço, resultado e caixa
- Como projetar as contas da demonstração do resultado (com ênfase nas contas mais importantes: vendas, impostos, custos, despesas operacionais, receitas e despesas financeiras, etc.)
- Como projetar as contas do balanço patrimonial (com ênfase nas contas mais importantes: aplicações financeiras, duplicatas a receber, estoques, fornecedores, impostos a pagar, empréstimos, etc.)
- Como projetar o fluxo de caixa:
- Com ênfase nas contas mais importantes (superávit/déficit operacional, superávit/déficit final, etc.)
- Apresentação do fluxo de caixa pelo método direto e indireto
- Apresentação do fluxo de caixa livre e o fluxo de caixa para o acionista
Considerações gerais sobre uma projeção rápida de demonstrações financeiras (feitas a partir do primeiro caso prático)
- O que é uma boa projeção
- Para que serve a análise retrospectiva
- Projeção em moeda constante ou moeda corrente
- Projeções detalhadas versus projeções compactadas
- Periodicidade e extensão das projeções
- Projeção de empresas sazonais
- O método das partidas dobradas
- Check-list para levantamento de um banco de premissas
Apresentação dos software para análise de demonstrações financeiras
- Serão apresentados e entregues aos participantes dois aplicativos em Excel:
- Alimenta-se a planilha com os dados das demonstrações financeiras elaboradas da maneira tradicional encerradas nos períodos mais recentes. A planilha automaticamente: reorganiza o balanço patrimonial e a demonstração de resultados, calcula o EVA, calcula um painel de indicadores orientados para o EVA e calcula o fluxo de caixa
- Alimenta-se a planilha com as premissas típicas do processo de planejamento. A planilha automaticamente: projeta os demonstrativos financeiros (balanço, resultado e caixa) e apresenta um painel de indicadores. Toda a planilha é orientada para a gestão de valor através do EVA e do fluxo de caixa
Parte III – Conceitos e práticas essenciais na elaboração e análise de qualquer novo investimento – 12 horas
Introdução
- Conceitos e procedimentos sobre criação de valor para o acionista (e sua amarração com a análise de novos investimentos)
- O que é criar valor para o acionista. Exemplo
- Como definir um critério para estimar a extensão do fluxo de caixa do projeto:
- Pela vida útil dos equipamentos ou outros ativos
- Pela vida comercial do novo investimento
- Por algum tipo de contrato (concessão ou aluguel, por exemplo)
- Outros critérios
Estimativa dos investimentos
- Investimento fixo, depreciação e economia fiscal
- Investimento fixo, valor residual e IR/CSLL na venda do ativo
- Investimento pré-operacional, amortização e economia fiscal
- Investimento em capital de giro líquido
- Despesa como investimento
- Periodicidade na montagem do fluxo de caixa (mês, trimestre e ano?)
Estimativa das entradas e saídas operacionais de caixa
- Como estimar o fluxo de caixa do projeto (antes e depois do serviço da dívida)
- Como tratar a inflação na estimativa do fluxo de caixa do projeto
- Como tratar o IR/CSLL e a compensação de prejuízos fiscais
- Como tratar eventuais Incentivos fiscais
- Somente fluxos de caixa incrementais interessam
- "Sunk costs" interessam?
- Como tratar investimentos ociosos (máquinas, terrenos, etc.) aproveitados num novo projeto
- Como tratar a compensação de prejuízos fiscais
Tratamento das sinergias e fluxos de caixa incrementais
- Sinergias nas receitas, gastos variáveis, gastos fixos e custo de capital
Definição do valor residual perpetuidade
- Perpetuidade: o que é e quando vale a pena utilizar
- Perpetuidade sem crescimento e com crescimento: como calcular
Definição da estrutura de capital do novo investimento
- Definindo a estrutura de capital
- Utilizar a estrutura de capital da empresa ou do projeto?
- Determinando o custo médio ponderado de capital (CMPC)
- O impacto da alavancagem financeira (utilização de financiamentos) no retorno de um projeto
- Utilizar uma estrutura de capital-alvo?
- Como descontar o fluxo de caixa do projeto pelo CMPC
- Como descontar o fluxo de caixa do projeto pelo custo do capital do acionista
- Como fazer para os dois métodos acima "baterem"
Aplicação dos métodos de avaliação de investimentos
- Payback: como calcular, como interpretar e como concluir se o projeto deve ser aceito ou não
- Prós e contras do payback
- TIR (taxa interna de retorno): como calcular, como interpretar e como concluir se o projeto deve ser aceito ou não
- Prós e contras da TIR
- TIRM (taxa interna de retorno modificada): corrigindo as limitações da TIR. Como calcular, como interpretar e como concluir se o projeto deve ser aceito ou não
- VPL (valor presente líquido): como calcular, como interpretar e como concluir se o projeto deve ser aceito ou não
- Como calcular o índice de lucratividade
- Por que o VPL é o melhor de todos os métodos para avaliar um investimento?
Seleção de projetos onde existe restrição de capital
- VPL ou TIR?
- Caso prático utilizando o comando Solver em Excel
Analisando fluxos de caixa ou fluxos de lucro?
- Por que o caixa é mais importante que o lucro?
- Avaliando um projeto com base no fluxo de caixa e de lucro. Alguma possibilidade de ter uma conclusão final diferente?
Post-audit (acompanhamento do projeto)
- Acompanhando financeiro do projeto após sua implantação (em ambiente de inflação)
- Os dois motivos para se fazer um pós-audit
18 casos práticos propostos e resolvidos
Parte IV – Valorização de empresas pelo método do fluxo de caixa descontado – 4 horas
Estimativa da extensão do fluxo de caixa (período de projeção)
- Quando estimar fluxos de caixa finitos – período de estimativa e valor residual
- Quando estimar fluxos de caixa infinitos – período de estimativa e valor residual (perpetuidade)
Como projetar o fluxo de caixa
- Porque estimar fluxos de caixa e não fluxos de lucro
- A separação entre as operações e o financiamento
- Um roteiro completo para projetar o fluxo de caixa operacional – FCO (free cash flow ou fluxo de caixa livre para a empresa)
- Um roteiro completo para projetar o fluxo de caixa do acionista – FCA (cash flow to equity ou fluxo de caixa livre para os acionistas)
- Como tratar os novos projetos e melhorias futuras – para manutenção e expansão das atividades
- Fluxo de caixa na perspectiva do investidor (as sinergias nas estimativas de receita, custos operacionais e custo de capital)
- Estimativa do valor residual pela liquidação de ativos
- Estimativa do valor residual em ambiente de perpetuidade
- Perpetuidade sem crescimento
- Perpetuidade com crescimento (com o "G")
- Estimativa do "G" (growth)
- O valor de intangíveis e marcas
- O valor do patrimônio líquido e dos ativos
- Estimativa do fluxo de caixa e inflação
Estimativa da taxa de desconto – custo de capital
- Valor presente do caixa futuro
- Descontar o FCO pelo custo médio ponderado do capital (CMPC ou WACC) ou descontar o FCA pelo custo do capital próprio
- Valor presente de uma perpetuidade (sem e com "G")
Caso prático completo
- Como estimar o valor de uma empresa
- Como estimar o valor de uma empresa para o acionista (ajustando o valor da empresa pelas dívidas)
- Como tratar o caixa e a receita financeira
- Como tratar ativos e passivos não operacionais
- Como tratar as contingências
EVA e Economic Value Added são marcas registradas de Stern Stewart & CO (USA)
Instrutores
Vitor Lucats
- Consultor da Cavalcante Consultores, responsável de divisão de treinamentos e consultorias em finanças corporativas.
- Consultor financeiro especialista nas seguintes áreas:
- Análise econômica e financeira de empresas
- Análise de novos projetos de investimento
- Valorização de empresas para compra e venda de participações
- Gerenciamento baseado em valor (EVA/MVA)
- Orçamento e formação de preços
- Redução de custos de serviços contratados
- Executivo com 22 anos de atuação na área de planejamento e controle em instituições financeiras nacionais e internacionais de primeira linha
- Atuou como gerente de negócios de Corporate Finance do Lloyds Bank
- Atuou na área de planejamento e controle do Lloyds Bank (10 anos) e banco BMC (7 anos)
- Executivo na área de auditoria contábil e operacional pela Price Waterhouse
- Administrador de empresas graduado pela EAESP/FGV
Paulo Dragaud Zeppelini
- Diretor e Consultor da Cavalcante & Consultores, responsável pela coordenação de todas as unidades de negócio.
- Consultor financeiro especialista nas seguintes áreas:
- Análise Econômica e Financeira de Empresas;
- Análise de novos projetos de investimento;
- Valorização de empresas para compra e venda de participações;
- Gerenciamento baseado em valor (EVA-MVA);
- Orçamento e formação de preços,
- Executivo com mais de 17 anos de experiência e carreira desenvolvida em instituições financeiras do segmento de mercado de capitais e de crédito.
- Administrador de Empresas com MBA em finanças pelo IBMEC.
- Mestre em controladoria e contabilidade estratégica pela FECAP.
Coordenador Técnico
Francisco Cavalcante
- Há 18 anos é sócio-diretor da Cavalcante Consultores, empresa de treinamento e consultoria em finanças, especializado nas seguintes áreas:
- Análise econômica e financeira de empresas
- Análise de novos projetos de investimento
- Avaliação e assessoria para compra e venda de participações e IPOs
- Gerenciamento baseado em valor (EVA-MVA)
- Orçamento empresarial e Balanced Scorecard
- Formação e administração de preços de produtos e serviços
- O consultor já conduziu mais de 1600 programas de treinamento e 180 projetos de consultoria
- Foi executivo do Banco Itaú e da Trevisan
- Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV
- Membro do conselho de administração da Liaison (fabricante de couro sintético)
- Conquistou o prêmio nacional "analista de valores mobiliários do ano" em 1980, promovido pela ABAMEC – Associação Brasileira dos Analistas do Mercado de Capitais
- Autor de mais de 400 textos sobre finanças disponibilizados no site da Cavalcante Consultores
- Autor do livro "Avaliação de empresas: um guia para fusões & aquisições e gestão de valor", editado pela Pearson Prentice Hall – 2004
- Autor do livro "Introdução ao mercado de capitais", editado pela CNBV (Comissão Nacional de Bolsa de Valores) e Editora Campus (1a, 2a, 3a e 4a edições – 2001)
- Autor do treinamento online sobre matemática financeira desenvolvido pelo grupo Catho
- Colaborador do livro "Finanças corporativas de longo prazo", publicado pela Editora Atlas. Fez parte da equipe de professores autores
- Autor do treinamento online sobre business plan desenvolvido pela Mentor
- Foi, durante 10 anos, professor convidado de disciplinas das áreas de finanças nos MBAs executivos promovidos pela Escola de Pós Graduação em Economia (EPGE) e pela Escola Brasileira de Administração Pública (EBAP), ambas da Fundação Getúlio Vargas. Também lecionou durante 5 anos a disciplina Análise de Novos Investimento na FEA/USP de Ribeirão Preto
Local e data
- São Paulo
22, 23, 24 e 25 de Setembro de 2010
Cavalcante Consultores
Av. Paulista, 2006, 7o. andar Cj 703 a 705– Cerqueira César
Horário: 8h30 às 17h30.
Investimento: R$ 4.900,00.
A inscrição inclui estacionamento, almoço, apostila, material e certificado.
- Solicite informações quanto a condições especiais caso tenha mais de cinco interessados no treinamento